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Rota Kawasaki Team é destaque na Revista Dirt Action




A Dirt Action, uma das publicações mais conceituadas do ramo de motociclismo off-road, entrevistou Daniel Brull, Diretor do Grupo Rota K. O principal assunto foi o incentivo ao esporte promovido pela marca por meio da equipe Rota Kawasaki Team, liderada por Alexandre Martinez.

Com o time, a Rota K pode desenvolver e ampliar as oportunidades de negócio para as motocicletas da marca no Brasil. Na matéria, Brull exemplificou como a equipe Rota Kawasaki Team, em seu segundo ano profissional no cenário nacional, gerou excelentes resultados dentro e fora das pistas – para os pilotos e para a rede de patrocinadores.

Veja a entrevista abaixo:

DA – Mesmo sem grande experiência no off-road, na temporada passada você aceitou o desafio de montar uma equipe para o motocross. Por que decidiu seguir esse caminho?
Daniel – Realmente a nossa experiência no off-road era bem tímida, mas a partir da temporada 2017 nós decidimos entrar de cabeça no mercado. Seguindo a estratégia que usamos nas motos de rua, decidimos ir até o cliente, ao invés de esperá-lo na concessionária. Começamos nossa participação na Copa Verão Rota K e notamos que o cliente realmente estava nas pistas. O perfil off-road não vai à concessionária, ele está nas competições, e decidimos então que montar uma equipe seria uma estratégia para estarmos próximos desse consumidor e vendermos motocicletas.

Praticamente sem experiência no off-road, algumas pessoas devem ter contribuído para você montar sua equipe e contratar os pilotos. Foi assim?
Esse foi o primeiro desafio. Buscávamos um perfil de equipe diferente do que existia. Foi imprescindível a ajuda do Du Reganhão, que conhecia os pilotos, foi chefe de equipe no nosso primeiro ano e continua com a gente na parte comercial da equipe. Além dele, quem ajudou bastante foi o Júnior, na época da Extreme Racing, que me apresentou pessoas do meio. Agradeço muito aos dois, que foram imprescindíveis para dar a partida nos motores!

Como era a estrutura da equipe no ano passado? Quem foram os pilotos?
Ano passado, começamos praticamente sem estrutura e fomos aprendendo e melhorando durante o ano. O Du era o chefe de equipe e tínhamos como piloto o Murilo Martinez, correndo na 65cc e 100cc; o Thiago Fuzatti, no seu primeiro ano na MX2Jr; Caio Lopes, na MX2; e Humberto “Machito”, na MX1. Foi um ano de grandes aprendizados e agradeço cada um da equipe por ter apoiado o projeto.

Ainda na temporada passada, vocês participaram de campeonatos regio¬nais e nacionais, entre eles a Copa São Paulo de Motocross, o Brasileiro de Motocross e o Arena Cross. Por que decidiu competir nesses eventos?
A ideia é estarmos próximos do cliente, afinal o objetivo é vender motos e dar retorno aos patrocinadores. Através desses três campeonatos nós conseguimos uma estratégia onde estaríamos na mídia, seríamos conhecidos no Brasil e estaríamos muito próximos dos pilotos amadores da nossa região.

Aproveitando, o que tem a dizer desses campeonatos? O formato deles atende às necessidades ou acha que é preciso mudar algo?
Ainda não tenho experiência suficiente para avaliar. Estamos num momento de baixa no motocross, e organizar campeonatos tem sido desafiador. Porém já ouvi muito sobre os grandes campeonatos que existiram no passado e espero que possamos tê-los de volta. O que posso dizer é que falta união das federações, organizadores, patrocinadores e mídia em geral. Um trabalho em conjunto iria profissionalizar os eventos e trazer melhores resultados para todos.

Você também tem apoiado campeonatos regionais. Como tem sido essa atuação?
No ano passado, apoiamos a Copa Verão Rota K e a Copa São Paulo de Motocross. Este ano estaremos juntos com a Extreme Racing na Copa São Paulo novamente. A ideia é fomentar o esporte. O motocross depende de competições para existir. Temos levado a equipe e montado o box completo nas etapas e faremos ações promocionais no box, com distribuição de brindes e sorteios. Dessa forma, conseguiremos aproximar nossa equipe e nossos patrocinadores do público e outros pilotos da região. Acho que é uma forma de contribuirmos com o esporte e fazer o mercado girar

Depois de um ano de muitas provas, a sua equipe venceu provas nacionais. Como avalia essa primeira experiência em um mercado novo, com equipe e vencendo provas?
Foi surpreendente! Sabíamos do potencial de nos¬sos pilotos, mas sabíamos também que faltava estrutura. As equipes de fábrica investem muito no desenvolvimento das motos, preparação dos pilotos e infraestrutura para as competições. Nós tínhamos apenas os talentos e muita vontade, a estrutura era praticamente zero. Pódios no Bra¬sileiro, no Arena e sermos campeões em quase todas categorias da Copa SP foi certamente uma motivação e também uma oportunidade de pa¬trocínios para 2018. Os pilotos foram realmente sensacionais!

Como toda equipe, existem bons e maus resultados. Como você lida com isso? O que você exige dos seus pilotos? Qual é a estratégia?
Sem dúvida! E acho que esse é um dos nossos diferenciais. É claro que queremos estar no topo do pódio, mas a nossa cobrança é sempre no sentido de desenvolvimento como atleta, como profissional e como ser humano. Para a Rota K, não adianta um piloto campeão que seja mal quisto pelo público e pelo mercado, não adianta estar no pódio passando a perna no adversário. A equipe é muito mais que só ganhar provas, os pilotos precisam entender que eles representam uma identidade pessoal e também a dos patrocinadores. Precisam ter ligação com o público, serem reconhecidos como pilotos carismáticos, treinar e dar o seu máximo. Assim, vão ter resultados a longo prazo. Com esse objetivo, trabalhamos muito a filosofia da equipe, através de um alinhamento muito próximo do “Alê” com os pilotos e também acompanhamento psico¬lógico semanal.

A equipe foi mantida para esta temporada. Quais foram as mudanças para este ano? Há novos pilotos e patrocinadores?
Mantivemos todos os pilotos. Acho que isso já é um resultado da nossa filosofia. Acho que todas as outras equipes tiveram mudanças, mas a harmonia que conseguimos nos permitiu a continuidade, fator que acho importantíssimo para resultados. Neste ano nós conseguimos patrocinadores importantes, que nos permitiu fornecer condições muito melhores para a equipe. Agradeço imensamente todo o apoio que temos recebido dos nossos patrocinadores: Kawasaki, Michelin, Fly, 100%, Pod, Mattos Racing, Alfa X, EcoFresh, Putoline, Av Tec, ProKnife, Mdois e Robinho.

Achamos muito importante o seu trabalho junto ao esporte e ao mercado, e também que outros empresários deveriam seguir o seu caminho, afinal de contas o mercado off-road não existe sem competições. O que você pode dizer para outros empresários que pensam em estar presentes no esporte, mas ainda tem dúvidas?
Eu diria que montar uma equipe é um pedaço do trabalho. Acho que é preciso ter um objetivo claro e montar uma estratégia alinhada com esse objetivo. Além da equipe propriamente dita, com pilotos, mecânicos, chefe de equipe e patrocinadores, temos todo o time das concessionárias Rota K dando suporte, o Du fazendo o trabalho comercial, a Carol fazendo o trabalho de acompanhamento psicológico, a equipe do Thiago e André fazendo nossa comunicação e as famílias participando em vários momentos, além de investimento em patrocínios de campeonatos regionais. Enfim, há uma série de atividades e pessoas que orbitam ao redor da equipe que fazem acontecer. Dá bastante trabalho, mas é divertido e tem dado resultados!



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